
A Polícia Militar do município de Sombrio, nos últimos tempos, vêm atuando fortemente na aplicação de notificações a motoristas infratores. Existem aqueles que aceitam, discutem, recorrem e os que fogem. Isto é o que afirma o policial soldado Carlos, - mais conhecido como: policial da motinho. É raro, o cidadão motorista do município que não tema as notificações do soldado. Segundo o Tenente Lemos, comandante da companhia de Sombrio, o soldado foi destinado a vistoria do trânsito central, e este tipo de função, pode gerar incomodo a que não anda de acordo com as Leis de trânsito. “Desde que assumi vêm desempenhado seu trabalho com muita competência. A partir do momento, que nós policiais, trabalhamos conforme a Lei nos permite, estamos evitando uma série de transtornos, como: colocar a vida de inocentes em risco, acidentes e inclusive diminuição nos atendimentos dos hospitais”, disse ele.
Notificações aos motoristas
Desde que chegou ao município há alguns meses, o policial tem trabalhado fortemente na notificação a motoristas que cometem infrações como: dirigir e falar ao telefone ao mesmo tempo, estacionar em vagas de deficientes físicos e, andar sem cinto de segurança. Mas o maior motivo de protestos e reclamações são as notificações, sem que o motorista receba algum aviso no momento da autuação. O soldado explica que o Código de Lei de Trânsito brasileiro permite que o agente autue sem a presença do indivíduo e a Lei se aplica inclusive para que não tenha conhecimento dela. “O não conhecimento da Lei não exime a pessoa da culpa. As pessoas sabem do policiamento, sabem que é proibido andar sem cinto, e, mesmo assim, ainda infringem às normas”, disse.
Campanha de Conscientização
Segundo informações passadas pela Polícia Militar de Sombrio, desde o mês de março, 1.100 autuações foram aplicadas em Sombrio. Casos como andar sem cinto de segurança, falar ao telefone dirigindo, estacionar em lugares inadequados são os mais comuns. O soldado que está causando polêmica na cidade, sugeriu que se crie uma campanha de conscientização as pessoas sobre o cumprimento das Leis de Trânsito, como forma de evitar até mesmo o número de autuações. “Eu faço minha parte, estou exercendo minha função de policial. As pessoas precisam entender que estou trabalhando poupar a vida do cidadão e evitar que amanhã ou depois, o motorista ou um de seus filhos, sejam atropelados, ou se envolvam em acidentes. Meus pais morreram de acidente, quero evitar que mais famílias se desfaçam por este mal”, disse ele.
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