
Com apenas três número 136 o cidadão brasileiro tem acesso à Ouvidoria do Sistema Único de Saúde e serviços de orientação. Agora a saúde adentrou a mesma padronização que outros órgãos do governo federal, como Receita Federal, Polícia Federal e Previdência Social; e dos estados, como Departamentos de Trânsito e Polícias Civil e Militar. O próprio Ministério da Saúde já utiliza uma linha de três dígitos – o 192, de acesso ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O número, gratuito para a população, deverá entrar em vigor entre 30 e 90 dias, conforme determinação da norma 410 da Anatel.
Segundo a Ouvidoria o sistema já recebeu 4,6 milhões de ligações. Atualmente o Sistema Nacional de Ouvidorias possui 26 estados com unidades implementadas – Rio Grande do Sul está em fase de estruturação. Nas capitais, 23 já contam com o serviço. Outras 238 unidades estão espalhadas por outros municípios, hospitais e laboratórios da rede pública.
Linhas de atendimento direto ao cidadão com três dígitos já são utilizadas por outros órgãos do governo federal, como Receita Federal, Polícia Federal e Previdência Social; e dos estados, como Departamentos de Trânsito e Polícias Civil e Militar. O próprio Ministério da Saúde já utiliza uma linha de três dígitos – o 192, de acesso ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério, explica que outra vantagem da mudança é a padronização nacional do serviço de ouvidoria da Saúde. Apesar de todas as unidades de Ouvidoria utilizarem o sistema “Ouvidor SUS”, criado e disponibilizado pelo Ministério da Saúde, cada uma delas usa um número diferente, o que dificulta o acesso do cidadão.
O objetivo é que o telefone da Ouvidoria do SUS seja o mesmo em todo o território nacional, como ocorre com o SAMU. Todas as ouvidorias locais que integram o Sistema Nacional de Ouvidorias (SNO) poderão ser acessadas pelo 136, uniformizando o número de acesso.
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