
O Cerco de Jericó tem levado, diariamente, a média de sete mil pessoas à Igreja Matriz da Paróquia Santo Antônio de Pádua, em Sombrio para as 24 horas de orações ininterruptas, que visam derrubar a muralha construída no altar da Igreja.
O horário de maior movimento, desde o início do evento, no último domingo têm sido o da missa das 20h. São tantas pessoas de várias cidades da região, que muitos chegam horas antes da missa para tentar arrumar um lugar para sentar e não ficar as mais de duas horas em pé.
“Cheguei cedo para pegar lugar para sentar, mas não foi possível, mais uma vez”, lemantou Juares Fernandes, diretor de Agricultura de Balneário Gaivota e presidente do Caep do bairro Figueirinha. “É a terceira noite que venho, sempre por volta das 19h e nunca consigo lugar para sentar. Mas não me importo, as mais de duas horas de missa passam tão rápido que parecem ser 40 minutos, não sinto cansaço, pelo contrário, saio renovado”, salientou Juares.Na rua, poucos estacionamentos disponíveis para os carros que chegam perto das 20h. Dificilmente alguém que vai próximo do horário da Missa consegue estacionar o carro a menos de 500 metros.Nas placas, observadas durante uma caminhada até chegar a casa de Deus, nomes que revelam a quantidade de pessoas de fora de Sombrio presentes no Cerco. Além de Balneário Gaivota, de Juares, aparecem São João do Sul, Santa Rosa do Sul, Criciúma, Lauro Müller, Içara e Araranguá, dentre outras.
O Cerco de Jericó acontece até o próximo domingo, com missas às 3h, às 6h, às 15h30 e às 20h, diariamente, e nos intervalos grupos de orações fazem suas preces e seus agradecimentos.
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