
De acordo com o advogado, o caso do caminhoneiro sombriense que está preso em Cuiabá desde o dia 28 de Maio de 2011, acusado de tráfico de drogas, deve ser encerrado no máximo até a próxima semana.
Mantendo a opinião da família, de que Luciano está preso de forma injusta e até absurda, o doutor João Paulo, de Tubarão, responsável pelo caso, disse que a pressão pela sentença da audiência realizada no dia 13 de dezembro agora vem do Supremo Tribunal Federal. O advogado entrou com pedido de Habeas Corpus e dois ofícios foram enviados por um dos Ministros do STF, pressionando uma medida da Juíza que, segundo ele, não saiu antes devido ao recesso.
“Não quiseram liberar antes, agora demoram, não sabemos exatamente o porquê, mas com uma pressão forte como a que chega de Brasília, a decisão deve ser tomada logo e não tem cabimento ele ser acusado, sua inocência está mais do que provada”, salienta Dr. João Paulo.
Polícia Federal
Em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Federal de Mato Grosso, a reportagem do Jornal Amorim teve relatado, via telefone, o inquérito feito pelo Delegado Cristiano, que coordenou as investigações e relatou o caso menos de um mês depois da prisão.
De acordo com as informações repassadas pela PF, o indiciamento se deu única e exclusivamente pelo depoimento da acusada. O delegado considerou o relato da traficante Ruberlândia e a sua firmeza na acareação muito firmes, o que levou a crer ser verdadeiro.
Consta no relatório ainda, que a mulher não tinha motivo para incriminar Luciano, pois não estava tentando tirar seu nome do processo, afinal, já confessara ter sido contratada para levar a droga de Cuiabá a Rio Branco, no estado do Acre.
O itinerário de Luciano e seu histórico de ligações e mensagens do celular foram investigados e neles nenhum vestígio de envolvimento com o tráfico foi encontrado.
‘Precisamos de ajuda’
A esposa de Luciano, Tatiane Réus Pedro, esteve junto de seu tio, Antônio Colares Eufrásio, o Toninho, na rádio Amorim, 102,9 FM, ao meio dia, no programa Jornal Amorim II Edição.
Na entrevista contaram um pouco da história já relatada nas páginas do JÁ na edição de ontem e pediram ajuda de autoridades competentes.
“Precisamos de todo o tipo de ajuda, de deputado, delegado, juiz, qualquer pessoa que conheça um pouco do assunto que queira colaborar, para nós, é importante, estamos de mãos atadas, esperando algo acontecer, sem forças”, disse Tati.
Os telefones para qualquer colaboração são 9639667 e 99874292.
Mas se a previsão do advogado se concretizar, nem estas ajudas serão necessárias, pois na próxima semana Luciano e sua família poderá se reencontrar, para um final feliz.
Seu nome
Seu email
Email do seu amigo
Comentário
Nome
que Deus ilumine essa familia, que a justuça seja feita logo. Estamos todos torcendo por eles. Sendo que esse Luciano não tem apenas uma filha, ele tem outro filho o Vinicios Pereira Pedro do seu primeiro casamento que tem 11 anos que também está torcendo para que se faça justiça!!!!!!!!!!